Pedro Ortaça: Guapeando, de Pedro Ortaça e Carlos Cardinal
RUA
MORON, 1299 LOJA 14
PASSO FUNDO - RS
Pedidos
em Brasília - DF:
(61) 8114-5033
Buenas, Vivente! O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, reafirmando o seu propósito de seguir lutando pela preservação das autênticas tradições do Povo Gaúcho! Pois como asseverou o Patrono do Tradicionalismo, João Cezimbra Jacques, "povo sem tradição é como uma árvore sem raízes". Sejas bem-vindo, chê!
ATENÇÃO! Prezados visitantes! O sítio Bombacha Larga informa que está, desde 30 de janeiro de 2007, reprisando as matérias publicadas anteriormente. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado a todos!
08/09/2005
00:12:10
AS VERDADEIRAS CAUSAS DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA!
Desfile Farroupilha de 2004, na fronteiriça Uruguaiana-RS!
AS CAUSAS SECRETAS – A maçonaria, tal como a entendemos hoje, foi consolidada em Londres, em 1717. Era a maçonaria Inglesa, Imperial ou Azul, sem a divisão de poderes monárquica. É a que existe ainda hoje, forte como sempre, com o nome de Grandes Lojas. Com a Revolução Francesa, os republicanos adaptaram a Ordem Maçônica para os princípios republicanos na divisão dos três poderes, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Nascia a maçonaria Francesa, Republicana ou Vermelha. Na Europa, muitos argentinos se iniciaram na maçonaria. Entre eles José de San Martin e Carlos Alvear, que logo serão próceres em Buenos Aires na Logia Lautáro, que foi a madre de muitas Lojas Maçônicas do Prata. Em Porto Alegre se organizavam Triângulos e Lojas sob o disfarce de Gabinetes de Leitura, que se espalham também em Rio Pardo, Pelotas e Rio Grande. Bento Gonçalves da Silva e muitos liberais (e alguns conservadores, também) eram maçons; e isso foi decisivo para o 20 de Setembro, como, aliás, foi decisivo também em muitos acontecimentos durante o Decênio Heróico e na Paz de Ponche Verde. Claro, os maçons trabalham em silêncio e seus documentos são secretos. Muitos desses documentos se perderam ou foram ocultados e pouco emerge de seu conteúdo para o mundo profano. Mas o que se sabe a respeito é bastante para justificar a importância da maçonaria nos acontecimentos farroupilhas, desde o começo até o fim, como se verá... (Nacos de História, Agenda Gaúcha 2005, de Dorotéo Fagundes)
08/09/200723:01:35José Itajaú Oleques Teixeira- Guará / DF - Brasil
Prezada Maria Santina, 1a Prenda do CTG Vaqueano D'Oeste, de Chapecó-SC. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que há de se ter cuidado ao analisar a série global A Casa das Sete Mulheres, pelo fato de tratar-se a mesma de uma produção cinematográfica-televisiva, a qual,como qualquer outra, encontra-se mais inclinada para os resultados estético-fotográficos do que propriamente a reprodução dos reais usos e costumes praticados na época histórica abordada. Citamos, para exemplificar, o exagerado uso de lenços vermelhos pelos peões farrapos (sem qualquer comprovação do seu uso!), e no uso do decote "generoso" no vestido das mulheres, sabidamente muito mais recatadas naqueles idos de 1835. Sabe-se que nessas produções vale mais a plástica do que a fidelidade histórica. Quanto à atual indumentária gaúcha sul-rio-grandense, recomendamos-te, primeiramente, uma detalhada consulta às Diretrizes do MTG para o uso da Pilcha Gaúcha do Rio Grande do Sul, disponíveis, também, nos arquivos do espaço "Notícias" deste sítio. Naquelas orientações há informações sobre o que é e o que não é recomendável no uso da atual indumentária tradicional das gaúchas brasileiras. No que se refere aos favos da bombacha, estes são tão antigos quanto a própria, tornando-se o seu uso tradicional até os dias de hoje, embora alguns "assassinos culturais" venham ultimamente atentando contra esse costume, em decorrência do indevido estreitamento das bombachas dos gaúchos sul-brasileiros (uma incoerência não só histórica e cultural como, também, etimológica, pois bombacha sempre significou e sempre significará, em qualquer dicionário, a "calça larga" dos Gaúchos do Rio Grande), e com a inclusão, inclusive, de favos não regionalista-tradicionais do Estado Sulino, impostos pelo mercado "Mercosur", e com o indevido acréscimo de alças no cós dessa peça masculina típica-tradicional dos gaúchos campeiros sul-rio-grandenses (que, por Tradição, é e continuará sendo larga e sem alças). Esses modismos todos, contudo, de índole comercial, por inconsistentes e desprovidos de razões históricas e regionalistas são passageiros. Portanto, os favos tradicionais continuarão, pelos tempos, a enfeitar a autêntica calça larga dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil, a bombacha sem as alças e com a largura compatível com o próprio vocábulo que a caracteriza. E dentre as muitas obras que tratam desses e de outros assuntos referentes à Pilcha Gaúcha Sul-brasileira estão: PAIXÃO, Darci Pereira. A Prenda Tradicionalista. Vol. II. Santa Maria/RS: Gráfica e Editora Palotti, 1995; ZATTERA, Vera Beatriz Stedile. Pilchas do Gaúcho - Vestuário Tradicional; FAGUNDES, Antônio Augusto. Curso de Tradicionalismo Gaúcho. Porto Alegre: Martins Livreiro, 1997; Coletânia da Legislação Tradicionalista. Porto Alegre: EVANGRAF, 2000; FAGUNDES, Antônio Augusto. Indumentária Gaúcha. Porto Alegre: Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, 1977. (Cadernos gaúchos). Aproveitamos o ensejo para desejar-te um bom trabalho e pleno êxito na referida dissertação. Saudações Tradicionalistas e um fraterno quebra-costelas a essa Digníssima Representante das Prendas Gaúchas Tradicionalistas do CTG Vaqueano D'Oeste, da progressista cidade catarinense de Chapecó!
08/09/200721:36:22José Itajaú Oleques Teixeira- Guará / DF - Brasil
Prezada Prenda Melânia Maria Pezzini. O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita e a comunicação postada neste espaço cultural tradicionalista gaúcho. Em resposta, informamos-te que dentre as muitas obras referentes ao tema Revolução Farroupilha podemos indicar-te algumas. Entretanto, salientamos-te que conforme a linha adotada por cada autor haverá abordagens pró e contra o nosso Decênio Heróico. Ao descobrires a cor do lenço do Vivente, por exemplo, verás que os chimangos - positivistas - em geral condenam aquele Movimento, como todo e qualquer outro de índole revolucionária; e os maragatos - contestadores ou questionadores dos poderes instituídos e mantidos a ferro e fogo, por longo tempo no Rio Grande - geralmente o defendem. Outros, com base apenas em suspeitas, sem comprovação histórica alguma, também atendem aos seus interesses ou a de alguns ressentidos setores sociais. Cabe aos leitores essa necessária percepção e, também, um posicionamento pessoal diante de seus princípios filosóficos próprios. Estas são algumas das obras que indicamos-te, no momento: Hatmann, Ivar, Aspectos da Guerra dos Farrapos - 2002 Ed. FEEVALE; A Guerra dos Farrapos e outros movimentos libertários brasileiros: a verdadeira história dos Farroupilhas. - 2003, Escala; A Guerra dos Farrapos - a saga dos guerreiros do Rio Grande do Sul - 2003; Escala Albuquerque, Edu Silvestre de, A revolução farroupilha - 1835-1845 - 2003 Saraiva; Sant'Ana, Elma. A odisséia de Garibaldi no Capivari - 2002 AGE Ed; Flores, Moacyr, Negros na Revolução Farroupilha - traição em Porongos e farsa em Ponche Verde - 2004 EST Edições; Flores, Moacyr, A Revolução Farroupilha - 2004 UFRGS Ed; Alves, Francisco das Neves. Revolução Farroupilha - estudos históricos - 2004 FURG; Flores, Moacyr, Modelo político dos Farrapos - 1982 Mercado Aberto; Wiederspahn, Henrique Oscar, O convênio de Ponche Verde - o que sabemos sobre a marcha das negociações de paz tentadas desde 1839 e de como se conseguiu a pacificação do Rio Grande do Sul, 1980, Escola Superior de Teologia São Lourenço de Brindes - Sulina;
Brito, Jorge. A morte de João Grande - o padre que lutou na Guerra dos Farrapos - Shogun Arte; Fagundes, Morivalde Calvet, História da Revolução Farroupilha - 1984, Ed. da UCS - Escola Superior de Teologia São Lourenço de Brindes; Porto Alegre, Apolinário, Cancioneiro da revolução de 1835 - 1981, Companhia União de Seguros Gerais. Boa leitura! Com as Saudações Tradicionalistas segue um fraterno e cinchado quebra-costelas a essa prezada Vivente!
08/09/200716:52:41Maria Santina Faccio Pezzini- chapeco / SC - Brasil
Estou concluindo o curso de Moda e Estilismo na Uno Chapecó e escolhi como tema de minha dissertação "A vestimenta da prenda e do peão, baseada no seriado "A Casa das Sete Mulheres". Tenho a necessidade de saber a origem dos favos usados na bombacha e os enfeites dos vestidos de prenda. Sou a 1ª Prenda do CTG Vaqueano d'Oeste, de Chapecó-SC. Ficarei agradecida!
Sítio:*****
08/09/200716:45:52MELÂNIA mARIA pEZZINI- CHAPECO / SC - Brasil
SOU PROFESORA DE HISTÓRIA, EM sANTA CATARINA, E TENHO MUITO INTERESSE EM SABER MAiS SOBRE A REVOLUÇÃO FARROUPILHA. PODERIAM INDICAR BIBLIOGRAFIAS REFERENTES AO TEMA?
Sítio:*****
22/09/200511:30:52José Itajaú Oleques Teixeira
Prezada visitante Professora Valquíria de Abreu de Oliveira.
O Bombacha Larga agradece a honrosa visita. Aproveitamos para parabenizá-la pelo relevante trabalho realizado em sala de aula. Em breve, estaremos enviando, via correio eletrônico, o material complementar solicitado. Saudações Tradicionalistas e um fraterno quebra-costelas!