Os Tiranos: Estampa da Tradição, de Luiz Claudio e João Alberto Pretto
RUA
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Buenas, Vivente! O sítio Bombacha Larga agradece a tua honrosa visita, reafirmando o seu propósito de seguir lutando pela preservação das autênticas tradições do Povo Gaúcho Sul-brasileiro! Pois como asseverou o Patrono do Tradicionalismo, João Cezimbra Jacques, "povo sem tradição é como uma árvore sem raízes". Sejas bem-vindo, chê!
ATENÇÃO! Prezados visitantes! O sítio Bombacha Larga informa que está, desde 30 de janeiro de 2007, reprisando as matérias publicadas anteriormente. Saudações Tradicionalistas e um quebra-costelas cinchado a todos!
28/01/2008
13:05:19
A CRIMINOSA FALÁCIA DA INTEGRAÇÃO CULTURAL NO MERCOSUL!
Diversidade Cultural: direito dos povos à proteção, preservação e culto dos seus respectivos patrimônios regionalista-tradicionais!
O Mercosul – Mercado Comum do Sul –, sendo um bloco econômico baseado no Mercado Comum Europeu, ao contrário do que apregoam alguns, não inclui nos seus objetivos a integração cultural, enquanto fusãode regionalismos distintos. Criado em 1991, por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, desde o início o referido bloco buscou a redução de impostos e de algumas restrições existentes a certos produtos, facilitando as transações comerciais regionalistas e com outros mercados. Quais são, então, os motivos que levam autoridades de governo, políticos e mercadistas a propalarem essa inverdade da "integração cultural" noMercosul; de exploradores da mídia e do mercado musical sul-rio-grandense apresentarem projetos nesse sentido, inclusive dentro de programações dos Festivais “Nativistas”do Estado do Rio Grande do Sul, enganando o povo sulista brasileiro? A resposta a esses questionamentos só pode ser uma: a total falta de escrúpulo para com a Cultura Regionalista-tradicional Gaúcha Brasileira, diante dos interesses econômico-financeiros e comerciais de uns, em detrimento do direito garantido ao Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul e do Brasil de proteger e valorizar a Cultura de Raiz dos Gaúchos Sul-brasileiros. Ora, se o Mercosul é apenas um Bloco Econômico baseado no Mercado Comum Europeu; se na Europa, onde a união monetária já é uma realidade, as culturas particulares dos países integrantes daquele bloco econômico continuam preservadas, sem qualquer pretensão de incorporar culturas alheias às suas; se uma Integração Cultural - no sentido de fusão, junção, união - levaria, necessariamente, a uma incorporação, a um complemento, a uma combinação de aspectos de culturas diversas, formando um todo cultural desnaturado, descaracterizado, como se falar, então, em Direito à Diversidade Cultural dos Povos? Como justificar tal proposta, diante da garantia constitucional pátria conferida ao Patrimônio Cultural Brasileiro? Apresentarão projetos de lei para alterá-la, mudá-la, adequá-la aos interesses dos mercadistas? E o direito de um povo, de cultuar, preservar e retransmitir às suas novas e futuras gerações seus antigos usos e costumes regionalista-tradicionais, recebidos de seus antepassados? Portanto, esse discurso atual da Integração Cultural no Mercosul trata-se de uma falácia, um logro, uma inverdade, uma fraude; de mais um Assassinato Cultural promovido contra o Patrimônio Sociológico-tradicional do Estado e do Povo Gaúcho do Rio Grande do Sul. O natural Intercâmbio Cultural, a promoção, a divulgação recíproca das Manifestações Culturais Populares dos vários países do Mercosul não retira dos povos envolvidos no Pacto Comercial Comum seus Direitos de preservarem seus respectivos Patrimônios Culturais, Materiais e Imateriais, como ficou estabelecido na Convenção da Unesco sobre a Proteção e Promoção da Diversidade dos Conteúdos Culturais e Expressões Artísticas, que inclui no tema o devido Respeito às Diferenças, ao que é Peculiar e Próprio de Cada Povo. Assim, as atuais tentativas no sentido de integrar-semúsica regional, folclore, indumentária típica e usos e costumes regionalista-tradicionais no âmbito do Mercosul, além de nunca terem sido incluídas na proposta desse Bloco Econômico, configuram um grave atentado contra o Direito do Estado do Rio Grande do Sul, dos Sul-rio-grandenses, do Brasil e de todo o Povo Brasileiro de cultuarem, preservarem e retransmitirem, por Tradição, o antigo Patrimônio Tradicional dos Sulistas Brasileiros. Interesses de índole comercial, estatais e privados, devem se voltar para o natural Intercâmbio Cultural, com a divulgação e a exposição da Cultura Regional Gaúcha Sul-rio-grandense em toda a América do Sul. Mas integrá-la a outras é praticar uma Exploração Econômica Predatória, condenável pelo Estado do Rio Grande do Sul, na sua Constituição; é configurar um Crime de Lesa-cultura contra o rico Patrimônio Sociológico-tradicional dos Gaúchos Sul-brasileiros; é desrespeitar a Constituição Federal do Brasil! Enfim, a propalada integração cultural no Mercosul é um engodo e um Crime Cultural Hediondo, praticado contra a Herança e a Identidade Cultural dos Gaúchos Campeiros do Sul do Brasil!
28/01/200821:39:46Luiz Freitas- Bento Gonçalves / RS - Brasil
Ainda bem que os alcaides que surraram o cavalo em Porto Alegre não são tradicionalistas, pois não consta do Tradicionalismo a cinta, a rastra, o lenço
estampado, a bombacha apertada nem a guaiaca do freio de ouro, e nem a camisa colorida. Ainda bem, tchê!